Arquivo da categoría: Alberte Pagán

A semente mais erótica

Alberte Pagán. Nas ilhas de Maldiva nasce a planta/No profundo das águas, soberana,/Cujo pomo contra o veneno urgente/É tido por antídoto excelente. Assi descreve Luís de Camões, nos Lusíadas (canto X, estrofe 136), esse estranho e cotizado fruto (“pomo”) que hoje chamamos … Sigue lendo

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A música mecánica de Pierre Bastien

Alberte Pagán. O 12 de maio passado o músico francês Pierre Bastien actuou no Liceo Mutante de Pontevedra. O elemento visual é tam importante nas actuaçons de Bastien que chega a ser imprescindível. A sua música mecânica funciona melhor em directo, … Sigue lendo

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A aldea na selva, de Leonard Woolf e a novela colonial britânica

Alberte Pagán. Quiçá a obra mais conhecida da literatura colonial britânica seja a Passage para a Índia (1924) de E. M. Foster, que tira o seu título do poema homônimo de Walt Whitman. Nela, umha moça inglesa de visita na Índia … Sigue lendo

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Os cans non comprenden a Kandinsky

Alberte Pagán. Se a definiçom de actriz é aquela persoa que finge que nom está a fingir, daquela AveLina Pérez nom é actriz. Porque AveLina Pérez curtocircuita o fingimento e simplesmente está, simplesmente é ela sobre o cenário, sem artifícios, sem … Sigue lendo

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